'Novata é melhor': Áudios de cafetina presa com garota de programa são vazados; OUÇA

Foto: Reprodução
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Atualizado há 1 mês | 4 min de leitura


O casal de cafetões que gerenciava uma casa de prostituição no Distrito Federal convidava novas garotas de programa pelo WhatsApp. A coluna obteve conversas da cafetina com uma das meninas que estava iniciando no local. Em um dos áudios, ela chega a dizer que “novata é melhor ainda” e que “tem muito cliente fixo”.

Ouça:

Donos de um imóvel no Setor N de Ceilândia, marido e esposa, de 37 e 46 anos respectivamente, administravam uma casa de prostituição nos fundos da própria residência, onde moravam com a filha adolescente. Os dois foram presos nesta sexta-feira (17) no âmbito da Operação Brothel (“bordel”, em tradução livre do inglês).

“Aqui é uma casa de site, bastante antiga, com bastante cliente de porta”, disse a cafetina enquanto tentava convencer a garota a iniciar na casa. A mulher ainda garantiu que as meninas iriam “ganhar bastante dinheiro”.

Com funcionava

Nos áudios, a mulher conta como funciona o pagamento dos programas. Segundo ela, as meninas recebem o dinheiro antes de saírem. Elas poderiam passar apenas um dia ou o fim de semana todo na casa.

O casal de cafetões exigia 50% dos lucros dos programas. No imóvel, a polícia encontrou oito garotas de programa, de idades entre 22 e 34 anos, além de porções de maconha na parte dos fundos da casa e quatro pinos de cocaína na parte da frente.

À Polícia Civil do DF (PCDF), as prostitutas informaram a dinâmica dos programas realizados na casa do casal cafetão. O valor cobrado pelos “serviços” era de R$ 100 por trinta minutos e de R$ 150 por uma hora.

O casal era responsável por agendar os programas para as garotas da casa, que faziam dez por dia, em média. Elas também contaram às autoridades que os donos o imóvel as “incentivavam” a oferecer porções de cocaína aos clientes interessados.

Fonte: Metrópoles

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