Biometria passa a ser obrigatória para benefícios sociais; SAIBA MAIS
REPRODUÇÃO REDES SOCIAIS
A identificação biométrica será exigida, a partir de 1º de maio de 2026, para a concessão de diversos benefícios sociais e previdenciários no Brasil. A medida inclui auxílio-doença (benefício por incapacidade temporária), pensão por morte, salário-maternidade, seguro-desemprego, abono salarial e Bolsa Família.
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A nova regra determina o uso de dados biométricos, como impressão digital, já presentes em documentos como a CNH, o título de eleitor e a Carteira de Identidade Nacional (CIN). O objetivo é reforçar a segurança e combater fraudes nos sistemas de benefícios.
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Quem já possui biometria cadastrada em alguma base do governo não precisará realizar novo procedimento neste momento. No entanto, quem ainda não tem registro biométrico deverá emitir a CIN para solicitar novos benefícios.
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A implementação será gradual. Desde novembro de 2025, já é exigido cadastro biométrico para novos beneficiários do INSS e do BPC. Em 2027, a exigência passa a valer também para renovações, e, a partir de 2028, a CIN será obrigatória para todos os beneficiários.
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A primeira via da Carteira de Identidade Nacional é gratuita e deve ser solicitada mediante agendamento nos órgãos estaduais de identificação, com apresentação de CPF e certidão civil.
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Estão dispensados da exigência pessoas com mais de 80 anos, além de migrantes, refugiados, brasileiros que vivem no exterior e cidadãos com dificuldade de locomoção ou que residem em áreas de difícil acesso, mediante comprovação.
