Em reunião dos ministros do STF com Tofolli, Moraes disse conhecer ferramentas da Mossad, serviço secreto israelense

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A PF (Polícia Federal) viu indícios de que o Banco Master contrato os serviços de uma empresa israelense-emiradense ao analisar o conteúdo de telefones apreendidos na operação Compliance Zero. Essa investigação apura operações financeiras do antigo Banco Master, liquidado em novembro de 2025 e com um rombo na casa dos R$ 50 bilhões para o FGC (Fundo Garantidor de Créditos), a maior quebra da história no setor.

Coube ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Cristiano Zanin mencionar a contratação da Black Wall Global na sessão de 5ª feira (12.fev.2026) que retirou de Dias Toffoli a relatoria do caso Master.

Autor da exposição mais técnica de todas, Zanin relatou para os colegas que leu no relatório da PF disse ter encontrado uma mensagem em que uma pessoa do Banco Master dizia que já havia sido apresentado uma proposta de contratação da empresa de espionagem Black Wall Global, que ele disse não saber exatamente do que se tratava.

Nesse momento, Alexandre de Moraes fez um aparte: “Eu conheço. Isso aí é o pessoal do Mossad”. O Mossad é o serviço secreto de Israel.

Com informações poder 360