Exames do cérebro afirmam que a oração pode reconfigurar e remodelar fisicamente o cérebro; VEJA DETALHES
Shutterstock
Práticas regulares de oração e meditação têm sido associadas a mudanças mensuráveis no cérebro, segundo estudos baseados em exames de ressonância magnética.
As pesquisas indicam que essas atividades podem fortalecer áreas ligadas ao foco, à regulação emocional e à autoconsciência, especialmente no córtex pré-frontal. Ao mesmo tempo, observa-se a redução da atividade da amígdala, região relacionada ao medo e ao estresse.
Essa combinação está associada a níveis mais baixos de estresse, maior controle emocional e uma sensação mais profunda de calma. Com a repetição desses estados mentais ao longo do tempo, podem ocorrer alterações estruturais duradouras no cérebro, em um processo conhecido como neuroplasticidade.
Pesquisas conduzidas por instituições como a Universidade da Pensilvânia e estudos do neurocientista Andrew Newberg apontam que práticas profundas de oração e meditação podem aumentar o fluxo sanguíneo em regiões cerebrais relacionadas à atenção e à compaixão, ao mesmo tempo em que reduzem a atividade em áreas ligadas à ansiedade.
