Funcionário que viu salto faz revelação chave e aponta ‘erro’ que levou à m0rte da jovem Maria Eduarda em ponte

Funcionário que viu salto faz revelação chave e aponta 'erro' que levou à m0rte da jovem Maria Eduarda em ponte

REPRODUÇÃO REDES SOCIAIS/ LUIZ BACCI

Um dos integrantes do grupo responsável pelo salto de rope jump que terminou com a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, afirmou que a tragédia poderia ter sido evitada caso tivesse sido realizada a conferência final dos equipamentos de segurança. Integrante diz que não fazia a checagem final Maria Eduarda morreu em 13 de junho após ser lançada da Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis (SP), sem estar conectada às cordas de segurança. A jovem caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros.

Segundo Gusttavo Losi, ele foi responsável apenas pela equipagem inicial da participante, colocando cadeirinha, peitoral e mosquetões. No entanto, afirmou que não cabia a ele instalar as cordas nem realizar a conferência final antes do salto. Em depoimento, o integrante declarou que a falha ocorreu justamente na ausência dessa última verificação. “A gente só viu isso depois que aconteceu. Faltou checagem. O Luiz Felipe não se recorda de quem que deveria ser a função da checagem. O Maicon também não se recorda. Mas era entre os dois. Nenhum dos dois olhou. É triste. E só levantaram ela e fizeram o salto.”

Investigação aponta falha no procedimento De acordo com a Polícia Civil, Gusttavo Losi prestou depoimento e responde às investigações em liberdade. Já outros seis integrantes do grupo permanecem presos. Na segunda-feira (22), três instrutores foram indiciados por homicídio com dolo eventual, quando o investigado assume o risco de produzir o resultado, mesmo sem intenção direta de matar. As investigações buscam esclarecer a responsabilidade individual de cada participante na organização da atividade. Com informações de Luiz Bacci