“Alguém não perdeu a oportunidade e filmou aquela brincadeira toda. Passados 30 dias da nossa festa, uma surpresa. Uma funcionária do capeta com o espírito de ronca e fuça mandou para o g1 Tocantins o vídeo do padre leiloando a cueca”, desabafou Zanardi.
Segundo ele, tudo começou como uma brincadeira entre os fiéis. “Já tinha perdido o chapéu, o cinto, a botina e alguém brinca: ‘Agora é a cueca do padre’. E, quando eu me dei conta, estavam leiloando e já estava em R$ 1.500. Eu falei: Por R$ 1.500 eu não vendo, não. Subi numa cadeira, mostrei o cós da cueca. Não tirei”, explicou.
Durante a mesma missa, Zanardi contou que conversou com o bispo da Diocese de Porto Nacional sobre o episódio e afirmou que aceitaria qualquer advertência que fosse imposta.
“A única pessoa a quem eu devo satisfação, que não me cobrou, mas justifiquei e pedi que, se fosse o caso de alguma advertência canônica, que me desse, foi o senhor bispo, que tranquilamente disse: ‘Padre, não houve imoralidade alguma’”, declarou.
Fonte: Metrópoles