Lula passa, nesta quinta por quarta sessão de radioterapia após retirada de câncer

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou, nesta quinta-feira, mais uma sessão do tratamento preventivo de radioterapia superficial no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. O procedimento ocorre após a retirada de um câncer de pele identificado no couro cabeludo em abril deste ano. Ao todo, o presidente deverá passar por 15 sessões de radioterapia ao longo de três semanas. As aplicações serão realizadas diariamente, de segunda a sexta-feira, e os horários serão ajustados de acordo com a agenda presidencial. Lula já realizou quatro sessões do tratamento — incluindo uma aplicação feita na noite de quarta-feira. A equipe médica indicou a radioterapia como medida complementar para reduzir as chances de retorno da lesão removida no mês passado. Integrantes do governo afirmam que o tratamento não interfere na rotina do presidente, que segue mantendo normalmente os compromissos oficiais e a agenda de trabalho. A lesão retirada em 24 de abril foi diagnosticada como um carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele e considerado de baixa agressividade. A cirurgia foi realizada na unidade do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Com informações de O GLOBO

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou, nesta quinta-feira, mais uma sessão do tratamento preventivo de radioterapia superficial no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. O procedimento ocorre após a retirada de um câncer de pele identificado no couro cabeludo em abril deste ano.

Ao todo, o presidente deverá passar por 15 sessões de radioterapia ao longo de três semanas. As aplicações serão realizadas diariamente, de segunda a sexta-feira, e os horários serão ajustados de acordo com a agenda presidencial.

Lula já realizou quatro sessões do tratamento — incluindo uma aplicação feita na noite de quarta-feira. A equipe médica indicou a radioterapia como medida complementar para reduzir as chances de retorno da lesão removida no mês passado.

Integrantes do governo afirmam que o tratamento não interfere na rotina do presidente, que segue mantendo normalmente os compromissos oficiais e a agenda de trabalho.

A lesão retirada em 24 de abril foi diagnosticada como um carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele e considerado de baixa agressividade. A cirurgia foi realizada na unidade do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
Com informações de O GLOBO