Manifestantes anti-Israel entram em confronto com a polícia durante ação em universidade na Califórnia

Reprodução/Instagram
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02/05/2024 10:29 | 4 min de leitura


Manifestantes anti-Israel na Universidade na Califórnia (Ucla) expulsaram policiais que tentaram entrar na madrugada desta quinta-feira, 2, no acampamento formado por estudantes dentro da instituição.

Pouco antes das 2 horas da manhã de hoje, a polícia rompeu as barricadas do acampamento. No entanto, o número de manifestantes era maior, o que obrigou os agentes a recuarem, de acordo com o canal norte-americano ABC 7. Os policiais se limitaram a cuidar da segurança do entorno do acampamento.

Todas as aulas da Ucla foram suspensas por causa da ação dos vândalos. A ordem de dispersão do grupo foi feita por volta das 18 horas da quarta-feira, segundo o jornal New York Post. O protesto é considerado ilegal pelas autoridades.

Entenda o motivo dos protestos
Mais de 40 universidades dos Estados Unidos formaram acampamentos com posição contrária a Israel, conforme informações do The New York Times. Os protestos anti-Israel, organizados por estudantes ocorrem em pelo menos 18 Estados e no Distrito de Washington.

Entre as instituições afetadas estão Harvard, Princeton, Brown, Columbia, Yale, Cornell e Universidade da Pensilvânia, todas integrantes da Ivy League, grupo das principais universidades dos EUA.

Veja o confronto com a polícia em protesto na Universidade Columbia:

Os manifestantes pedem o fim do conflito na Faixa de Gaza e o desligamento financeiro e acadêmico das universidades de entidades e empresas associadas ao governo de Israel.

Vândalo pró-Hamas
Um manifestante da Universidade de Stanford foi visto com bandanas do Hamas, uma faixa verde semelhante às usadas pelos terroristas do grupo. O vândalo não identificado foi visto sentado em uma mesa no campus, mexendo no telefone e com o rosto coberto, segundo o NYP.

“Recebemos muitas expressões de preocupação sobre uma foto que circula nas redes sociais de um indivíduo no White Plaza que parecia estar usando uma faixa verde semelhante às usadas por membros do Hamas”, disse a escola em comunicado na quarta-feira.

Fonte: Revista Oeste

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