O fator Zema na equação da eleição de Flávio Bolsonaro
📸Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)
A guerra de Israel e Estados Unidos contra o Irã, que no fim de semana passado completou um mês, gera consequências que vão além do campo de batalha, das quais a mais visível tem sido a alta dos preços do petróleo e do gás devido ao bloqueio quase total do estratégico Estreito de Ormuz pelo regime iraniano. Por esta passagem, transitavam cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) do mundo antes da guerra.
Entretanto, outros impactos já começam a ser sentidos e podem influenciar a longo prazo a disputa tecnológica e militar de Washington com seus dois grandes antagonistas globais, a China e a Rússia.
Uma análise recente do think tank Soufan Center apontou que os EUA podem enfrentar dificuldades na competição com a China devido à guerra no Irã, que vem causando a interrupção de cadeias de suprimentos essenciais, como hélio e enxofre liquefeito, destruindo ativos energéticos no Golfo Pérsico e comprometendo a extração de minerais críticos e o processamento de terras raras.
“Embora os impactos a longo prazo da guerra do Irã e da competição tecnológica entre os EUA e a China ainda não estejam totalmente claros, a duração das hostilidades será um fator determinante”, afirmou o relatório.
COM INFORMAÇÕES DE GAZETA DO POVO
