Políticos se manifestam ao encontro de Flávio com Donald Trump; VEJA POSTAGENS
REPRODUÇÃO
Vários nomes da política nacional reagiram ao encontro do senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-SP), com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta terça-feira (26). A reunião no Salão Oval da Casa Branca contou também com a presença de Eduardo Bolsonaro e do jornalista Paulo Figueiredo.
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Em publicação nas redes sociais, Flávio afirmou que o encontro foi positivo e que há alinhamento político e os mesmos interesses estratégicos com o republicano. Entre as pautas tratadas, está a classificação das facções criminosas brasileiras, como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), como grupos terroristas.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) republicou em sua conta do Instagram o registro do encontro feito por Flávio Bolsonaro na rede social, demonstrando apoio e otimismo com relação ao futuro da parceria com os EUA.
— Que faccionado vire terrorista, haja mais investimento tecnológico, acordos comerciais fortes e valorização do agro. Importante aproximação — escreveu o parlamentar.

Além do deputado, outros apoiadores celebraram o encontro por meio de comentários no post de Flávio, ressaltando a importância da aliança com Trump.
Veja algumas das mensagens sobre o encontro entre Flávio e Trump:


Leiliane Lopes – 26/05/2026 18h52 | atualizado em 26/05/2026 19h05
Lula Foto: Ricardo Stuckert / PR
Nesta terça-feira (26), durante anúncio de entrega de unidades habitacionais em Manaus (AM), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se confundiu ao falar sobre o projeto que acaba com a escala 6×1, dizendo ainda que firmou acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para aprovar a PEC.
– Nós fizemos um acordo com o presidente da Câmara e nós vamos acabar com a escala 6×1 e vamos botar a escala 6×2 – disse o presidente se confundindo.
O correto é escala 5×2.
Nesta segunda (25), Hugo Motta anunciou que a proposta terá um período de transição de um ano para reduzir a jornada semanal de trabalho de 44 horas para 40. Segundo o parlamentar, a mudança ocorrerá em duas etapas após a promulgação da PEC.
– Após 60 dias da promulgação da PEC, colocaremos no texto a redução de duas horas imediatamente. Após 12 meses, mais duas horas. A transição se dará em um ano, não mais do que isso – afirmou.
E continuou:
– Isso dá um tempo para que os setores possam se organizar.
Motta também declarou que há três pontos considerados inegociáveis na proposta: o fim da escala 6×1, a redução da jornada de trabalho e a proibição de redução salarial.
– Partimos do princípio de que esses três pontos são inegociáveis para a Câmara dos Deputados e para o governo. Temos ampla convergência nessas três situações que trazem para o trabalhador uma nova realidade.
Com informações de Pleno News
