Quem não se preocupa com cr1me tem que sair da política, diz Flávio Bolsonaro

Quem não se preocupa com crime tem que sair da política, diz Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Ao defender a classificação imposta pelo governo dos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), disse que um líder que não se preocupa com a opressão que estas facções exercem sobre as famílias tem que estar fora da política.

A fala foi uma referência direta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que, de acordo com Flávio, defende organizações terroristas, que impõem, entre outras coisas, impostos sobre pequenas atividades e inibem que moradores em comunidades – cerca de 25% da população brasileira – possam empreender nas localizações onde moram.

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Em outro ponto de seu discurso, feito em debate promovido pelo Grupo Voto em São Paulo nesta segunda-feira (8), Flávio sugeriu que o presidente Lula e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, têm ligações com o crime organizado. Ele afirmou que, em uma das comunidades do Rio de Janeiro, berço do Comando Vermelho, Dino entrou sem seguranças e que, em outra, Lula fez um comício sem proteção policial.

São localizações que, de acordo com Flávio Bolsonaro, ou pessoas entram armadas, como faz a polícia, ou entram sob autorização dos chefes do crime organizado.

Ainda de acordo com o pré-candidato do PL, o presidente Lula “ficou louco” com a classificação das duas organizações como terroristas e o chamou de traidor da Pátria.

Com informações de AE