URGENTE: Ex-secretário de Polícia Civil e pré-candidato ao Senado são alvos de operação da PF; SAIBA QUEM SÃO

URGENTE: Ex-secretário de Polícia Civil e pré-candidato ao Senado são alvos de operação da PF; SAIBA QUEM SÃO

Operação da Polícia Federal (PF) (divulgação/Divulgação)

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira, 7, a sexta fase da Operação Unha e Carne, contra uma organização criminosa suspeita de usar uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro como plataforma de lavagem de dinheiro. O esquema, segundo as investigações, inclui funcionários públicos. Entre os alvos, estão Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio, e Márcio Canella, pré-candidato ao Senado pelo União Brasil e ex-prefeito de Belford Roxo. São cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em endereços na capital fluminense, Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende. A Justiça também determinou o sequestro de bens e valores, além da suspensão de atividades econômicas de empresas ligadas aos investigados. Um relatório de inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) enviado à PF apontou que o grupo teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos.

Fase anterior A quinta fase foi realizada na última quinta-feira, 2, com o objetivo de “aprofundar a apuração de indícios de lavagem de dinheiro praticada pelo ‘capo’ da nova cúpula do jogo do bicho (Adilsinho) e possível ramificação do esquema junto a integrantes dos poderes Executivo e Legislativo do RJ”, informou a PF em comunicado.

Foram alvos o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar, o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, e o pastor Márcio Poncio. O último foi detido em um flat na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio, enquanto Bacellar, que já está preso, foi transferido do Complexo Penitenciário de Bangu, em Gericinó, para um presídio federal. Adilsinho, por sua vez, já estava em um presídio federal de segurança máxima.

A Operação Unha e Carne foi iniciada no ano passado para apurar uma suposta estrutura responsável por repassar informações sigilosas sobre operações contra o Comando Vermelho, comprometendo ações policiais e favorecendo integrantes da organização criminosa. Segundo a PF, os vazamentos teriam permitido a destruição ou ocultação de provas.

Com informações de VEJA